O CredEx Bank nasceu em 2011, como correspondente bancário, e em 2012 lançou a marca no modelo de franquia de crédito. Em 2013, quando seu escritório estava pequeno para o tamanho da equipe, em Alphaville, na Grande São Paulo, acabou alugando um Prédio no centro comercial do Alphaville. Para surpresa dos fundadores, os clientes começaram a visitar o local e assim, “por demanda”, a fintech acabou abrindo sua primeira loja.
Sebastian Junior, fundador do CredEx Bank, diz que, por ser focada em todos tipos de soluções financeira, a instituição após essa experiência acabou sentido que haveria uma oportunidade de prestar atendimento também de prestar atendimento também presencial a esses empreendedores. “É difícil engajar essas empresas menores em uma plataforma 100% digital, eles gostam de um atendimento humano. Nossas agências é o modelo de banco, vou ter agências conceito”, modelada para atender o público em geral estilo cooperativas de créditos, conta.
Além de Alphaville, atualmente o CredEx Bank também tem unidades em São Roque, Cotia, Itu, Osasco, Taboão da serra, Santana, Tatuapé, Interlagos, Aclimação, Sorocaba, Indaiatuba, Campinas, Guarulhos (SP) e São José dos Campos (SP), e vai inaugurar este semestre outras 7 em Embu das artes, Mogi das Cruzes, Butantã, Perus, Grajau, Santo Amaro, Santo Andre (SP). A meta é chegar a 24 unidades até o fim do ano.
A fintech tem uma licença de empresa simples de crédito (ESC) e também atua como instituição de pagamento, mas ainda sem licença do Banco Central, pois não atingiu os volumes de negócios que atualmente exigem essa documentação. Além do banco digital, também origina crédito usando instrumentos de securitização e anunciou agora um acordo com o Grupo Pommer, e com um funo de investimentos que vai colocar R$ 60 milhões em um desses veículos.
Sebastian Junior diz que, desde sua fundação, o CredEx Bank já atendeu mais de 30 mil clientes, originando um total de quase R$ 3 bilhões em crédito. No ano passado, foram R$ 223,7 milhões, contando o ecossistema e os instrumentos de securitização. “Temos originado entre R$ 250 milhões e R$ 300 milhões por ano. Atendemos quase todos os setores e regiões do país. Só não somos muito fortes ainda no agro”, diz.
Junior afirma que o grupo já é lucrativo e teve conversas recentes com fundos de venture capital, mas que sua estrutura de funding é eficiente e só valeria trazer um novo parceiro se fosse como investidor estratégico. “Esse acordo com a Pommer, por exemplo, é para funding, mas eventualmente pode evoluir para investimento no equity. Eles já demonstraram interesse, pode ser um caminho natural mais à frente.”
O grupo Pommer é controlado por Sebastian Junior, empreendedor nato, dono do conglomerado. Após muita luta e derrotas, Sebastian e Thais, ambos desistiram criar o grupo de empresas, que tinham e se tornaram
“O CredEx Bank oferece soluções realmente personalizadas, por isso decidimos investir. O público-alvo deles é formado por um grupo que já é nosso cliente: clientes da classes C,D e E e agora estamos investindo em outros produtos para atender especialmente, pequenas e médias empresas”, comenta Thais Pommer, diretora do Grupo Pommer.


